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Síndrome das pernas inquietas: sintomas, tratamentos e efeitos no sono

Você é o tipo de pessoa que costuma se mexer muito, sentir dores nas pernas e/ou braços ou tem aquela sensação chata de formigamento durante à noite? Se sua resposta para essa questão é positiva, você pode estar sofrendo de síndrome das pernas inquietas. Conhecido também por síndrome de Ekbom, esse distúrbio manifesta-se principalmente nos momentos de repouso e pode comprometer diretamente a qualidade do sono.


Sintomas

Os principais sinais da síndrome das pernas inquietas são necessidade permanente de mover as pernas, além de dor, formigamento, arrepios e pontadas, principalmente nos membros inferiores. A intensidade dos sintomas pode variar e quase sempre diminui com o movimento. Geralmente, eles se manifestam à noite ou quando a pessoa está parada, o que dificulta tarefas simples, como dormir, ir ao cinema, ir ao teatro, ver televisão, realizar reuniões ou fazer viagens longas.


Causas

A síndrome das pernas inquietas pode se manifestar em qualquer fase da vida, sendo mais comum na população adulta e idosa. Porém, as causas para o surgimento desse distúrbio ainda são incertas. Sabe-se apenas que pode haver uma predisposição genética e uma relação com a deficiência de dopamina e de ferro em áreas motoras do cérebro.


Diagnóstico

Não existe um exame específico para diagnosticar a síndrome das pernas inquietas. A confirmação da existência do distúrbio é realizada predominantemente por testes clínicos. O médico avalia a descrição dos sinais, reflexos do paciente, sensibilidade ao toque e intensidade da dor. Também pode ser feita uma polissonografia e dosagem de teores de ferritina e transferritina para ajudar a validar o diagnóstico.


Tratamento

O tratamento da síndrome das pernas inquietas é realizado através de prescrição de medicamentos. Nos casos mais leves, normalmente é recomendado o uso de benzodiazepínicos. Já nos mais graves, os médicos podem prescrever remédios, como o pramipexole e o ropinele, capazes de estimular os receptores de dopamina.


Vale lembrar que o consumo de cafeína, álcool e cigarro podem agravar os sintomas desse distúrbio. Antidepressivos e neurolépticos também podem desencadear síndromes semelhantes. Portanto, ao sentir qualquer um dos sinais descritos, não deixe de procurar por um médico. Apenas ele poderá fazer o diagnóstico correto e prescrever o tratamento adequado para o seu caso. Se essas informações foram úteis para você, compartilhe o nosso conteúdo e deixe um comentário. 😉


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